Acostumado a subir nos palcos como 1/3 da icônica (e iconoclasta) banda UDR e ao lado dos companheiros do grupo cômico Satirismo, Rafael Mordente leva a público sua primeira performance solo.
Em seus Monólogos da Latrina (joguete nominal com a peça "Monólogos da Vagina"), Mordente apodera-se de um microfone para dar voz e vida a seu gênero literário favorito, a Crônica.
Embora conhecido pela música ultra-nojenta/violenta/ofensiva, o artista mineiro não considera a "boca do lixo" como fio condutor dos Monólogos da Latrina. "O grande barato é que faz 10 anos que escrevo e canto coisas horríveis e fascinantes, mas minha vida mesmo é bem patética. E a fonte dos Monólogos é justamente esse outro lado", revela.
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